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Mostrando postagens com o rótulo Mercado

A classe hegemônica impõem uma educação para o trabalho alienado, segundo István Mészáros

A classe  hegemônica impõem uma educação para o trabalho alienado, segundo István Mészáros Aprender, desde que seja útil: Educar não é a mera transferência de conhecimentos, mas sim conscientização e testemunho de vida. É construir, liberar o ser humano de cadeias do determinismo neoliberal. Ilustração: Capitalismo para principiantes. Carlos Eduardo Novaes. página:181.  Mészáros defende uma educação que supere a lógica do capital, que por sinal, é um fator que nos torna ainda mais individualistas. Segundo Gramsci, “educar é por fim à separação entre o Homo faber e o Homo sapiens”, e possibilitar uma educação emancipatória. Que a educação não fique estrita somente no campo da pedagogia, mas de sair às ruas, para os espaços públicos, e abrir-se para o mundo. Para o autor, a educação poderia ser uma alavanca essencial para a mudança, porém, infelizmente, “tornou-se instrumento dos estigmas da sociedade capitalista: fornecer conhecimentos e o pessoa...

O TRABALHO NA ECONOMIA GLOBAL: "A especialização flexível do trabalho" (do Fordismo à produção flexível)

A troca de paradigma:- "A especialização flexível do trabalho" [Do Fordismo à produção flexível] Reflexões sobre o trabalho na economia global O modo de produção fordista O industrial Henry Ford, aplicou esse modelo de organização do trabalho em sua indústria automobilística (mas o fordismo não foi aplicado somente a este tipo de indústria). Os trabalhadores enfileiravam-se ao longo de uma linha de montagem em série e cada operário da cadeia de produção executava em cadência a mesma tarefa. Daí surgiu o nome de  fordismo  para designar a produção industrial em massa.    O que havia de inovador em Ford era sua visão de um tipo de sociedade democrática, de consumo de massa, resultando em uma nova psicologia do comportamento. O estilo de vida norte-americano e o fordismo objetivaram formar um novo tipo de trabalhador e uma nova concepção do homem. b Mudanças de paradigma “Mudança de paradigma” é uma termo empregado com frequência na atual...

Sobre crise e a inflação: "Está bem, vamos continuar a apertar o cinto: mas onde é que estão as calças?"

A inflação por Millôr Fernandes Está bem, vamos continuar a apertar o cinto: mas onde é que estão as calças?   Na inflação tudo sobre ou só o valor do dinheiro desce?; A inflação também tem suas compensações: o que você não tinha antes valia muito menos do que o que não tem agora; Mistérios dos mistérios: o trabalhador ganha cada vez menos para produzir coisas que custam cada vez mais; Consolo: com a inflação até os mendigos acabam milionários; Está bem, vamos continuar a apertar o cinto: mas onde é que estão as calças?; Com os preços cada vez mais altos, o dinheiro só dá  mesmo pro supérfluo; Dentro em breve os floristas só venderão pétalas. E à prestação; Os preços sobem com tal rapidez que a gente já não sabe se está comendo num restaurante ou na Bolsa de Valores; Com a inflação desse jeito, os pobres já nem podem sonhar com o que jamais terão; Inflação?, dizia o outro. Bem!, a carna anda cara: você deixa de comer carne. A fruta anda cara: ...

"OS NUMEROZINHOS E AS PESSOAS"- Sobre a renda per capita

"OS NUMEROZINHOS E AS PESSOAS"-  Sobre a renda per capita   Charge: Armandinho Onde se recebe a renda per capita? Tem muito morto de fome querendo saber. Em nossas terras, os ''numerozinhos'', têm melhor sorte que as pessoas. Quando vão bem quando a economia vai bem? Quantos se desenvolvem com o desenvolvimento? Em Cuba, a revolução triunfou no ano mais próspero de toda a história econômica da ilha. Na América Central, as estatísticas sorriam antes e riam quanto mais fodidas e desesperadas estavam as pessoas. Nas décadas de 1950,1960 e de 1970, anos atormentados tempos turbulentos, a América Central exibia os índices de crescimento econômico mais altos do mundo e o maior desenvolvimento regional da história humana. Na Colômbia, os rios de sangue cruzam os rios de ouro. Esplendores da economia, ossos de dinheiro fácil em plana euforia, o país produz cocaína, café e crimes em quantidade enlouquecedoras. É nítida a atualidade d...

"O MERCADO E A IMPOTÊNCIA SOCIAL" (Tudo é história)

"O mercado e a impotência social" Deveríamos ser menos ingênuos em questões que colocam explicitamente em jogo as relações de dominação social. Em outras palavras, as relações de mercado vão bem mais além do que puras determinações econômicas. O estabelecimento do mercado é também o estabelecimento de um dado registro do real, no qual os homens pensam e agem conforme determinadas regras do jogo. Isso se trata da impotência social, o mercado como uma esfera de domínio social. Na qual os homens se vêem impossibilitados de pensar além de registros que se impõe à vista de todos como uma ordem natural. O mercado induz o pensamento dentro de uma lógica já estabelecida quem obviamente é regida por mecanismo sutis de controle social. "O que nos é vetado, antes de mais nada, é justamente a possibilidade de pensarmos" -Edgar Decca Postagem baseada na obra: O nascimento das fábricas- Parte I: "Nunca temos tempo para sonhar", de Edg...